CEO do grupo Renault-Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn revelou, durante o Salão de Paris, que ainda aguarda a autorização do governo japonês para adquirir 34% das ações da Mitsubishi e, assim, criar uma verdadeira aliança entre as marcas.

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Renault Captur [7]

Ghosn não quer acabar com a Mitsubishi ou fundi-la com a Nissan, mas sim fazer a marca dos três diamantes se desenvolver em conjunto e, pacificamente, conviver com suas novas irmãs. Ele ressalta que a negociação será grandiosa: “quando anunciarmos o acordo, diremos exatamente o que faremos juntos. É grandioso. É algo grandioso entre Mitsubishi e Nissan. E também é muito significativo entre a Renault e a Mitsubishi.”

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A ideia do executivo é aproveitar a estratégica sinergia já existente entre Nissan e Mitsubishi e desenvolve-la ainda mais. Departamentos como o de desenvolvimento e pesquisa de automóveis trabalharão em conjunto, com certa independência, entre as três marcas maiores e suas subsidiárias, como acontece hoje com Renault, Nissan, Alpine, Dacia, Datsun e Infiniti.