Sucesso desde seu lançamento no Brasil, em 2003, o Honda Fit tornou-se queridinho para quem quer um carro de visual diferenciado e com bom espaço interno. A partir disso, entre outros motivos como o aclamado câmbio CVT (de relações de marchas continuamente variáveis presente na primeira e na atual geração) e o sistema modular de bancos, o Fit tornou-se um dos modelos mais vendidos da marca por aqui, alcançando a marca de 500 mil unidades produzidas na fábrica de Sumaré, interior de São Paulo.

Mais do que tanto sucesso, o Fit ganhou algumas versões exclusivas para o mercado brasileiro, como a Twist, que acrescenta apelo aventureiro ao monovolume japonês. Esta versão foi criada somente a partir da segunda geração e apresentada no final de 2012 como a principal estrela da Honda no Salão do Automóvel de São Paulo.

Fit Twist tras

A receita visual é a mesma dos concorrentes aventureiros, embora com certo cuidado para não destoar do estilo urbano de ser, assim como nasceu o Fit – chamado de Jazz em alguns países. Estão presentes para-choques com desenhos mais agressivos e insertos em plástico preto, material que também se repete nos arcos de roda. Faz parte do pacote “off-road” ainda os faróis de neblina, lanternas brancas, rodas exclusivas aro 16 e rack de teto.

Com o lançamento da terceira geração do Fit no Brasil, onde AUTOPOLIS esteve presente e trouxe as impressões do modelo, imaginamos como será a versão Twist nesta nova “encarnação” do japonês com uma projeção exclusiva. A linha aventureira deve se encaixar ainda melhor no Fit 2015, já que este ganhou traços mais masculinos, que lhe garantiram também aspecto mais robusto, reforçado na versão Twist com seus para-choques em plástico sem pintura, detalhes prateados, rodas de 16 polegadas com desenho diferenciado e uma grade exclusiva. Vale ressaltar, porém, que esta configuração do modelo ainda não foi oficialmente confirmada pela marca.

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