Durante o Halloween, tradição norte-americana que, aos poucos, vem sendo incorporação Brasil, é possível ver diversos adultos e crianças fantasiados, vagando por ruas e festas. Mas o que isso tem a ver com os carros? Alguns deles se fantasiam para parecer algo que não são, assim como as pessoas.

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E nem depois que o Halloween passou, eles guardam a fantasia em casa. Conheça agora fantasias que alguns carros usam:

Esportivo

Um esportivo de fato, não é medido pela quantidade de cavalos em seu motor, mas sim por entrega e uma experiência mais intensa, rápida e divertida que carro mundanos – Mazda Miata está ai para provar que um bom esportivo não precisa de 300 cv. Mas a fantasia de esportivo é bem mais superficial: aerofólio, rodas maiores, algum detalhe em vermelho e, se der sorte, suspensão maia firme. Fiat Uno e Palio Sporting, Hyundai HB20 r-Spec, Volksawagen Fox Pepper e Renault Sandero GT Line são apenas alguns dos exemplos destes esportivos de fantasia

Aventureiro

Moda no Brasil que vem perdendo força para os SUVs, os aventureiros conquistaram o público por sua aparência mais robusta e a ilusão de serem capazes de cruzar estradas esburacadas com mais facilidade por conta de sua suspensão elevada, em alguns casos. Hoje todos podem se tornar aventureiros: hatch, perua, minivan e até furgão. A linha Adventure da Fiat foi a precursora deste movimento por aqui, sendo seguida por modelos como Volkswagen CrossFox e Cross Up, Renault Sandero Stepway, Hyundai HB20X, Chevrolet Onix e Spin Activ.

Duas portas

A esportividade visual, muitas vezes, é atribuída a carros com apenas duas portas. Na tentativa de disfarçar as portas traseiras, algumas montadoras camuflam as maçanetas na coluna traseira. O resultado é interessante e capaz de chamar atenção para um detalhe tão pequeno. Mais emblemático caso é do Alfa Romeo 156, um dos precursores deste movimento. Carros sem nenhuma pretensão esportiva, como Honda HR-V, Peugeot 206/207 SW, Chevrolet Sonic e Hyundai Veloster usam deste artifício.

Cupê

Desde o lançamento da oitava geração do Honda Civic (popularmente conhecida como New Civic), muitos sedãs seguiram a mesma tendência de design: vidro traseiro bastante inclinado e tampa do porta-malas curta, perfil diretamente influenciado pelos cupês. Alguns sedãs ousam serem chamados de cupês de quatro-portas (apesar desta categoria de fato existir), outros, como o Chevrolet Prisma, preferem ser chamados de “sport-sedã” Mas o Ford Focus Sedã foi mais longe, adotando como sobrenome Fastback, denominação dada a verdadeiros cupês e que nada tem a ver com o sedã da Ford.

Luxo

A ideia das versões topo de linha de alguns carros é ser associada com luxo e sofisticação a uma categoria a qual estes predicados não pertencem. Nomes pomposos como Platinum, Unique, Titanium, Elite e Premium são, basicamente, compostos pela fórmula: muitos cromados, banco, volante e tudo o que mais puder ser revestido em couro, algum equipamento de série que apenas aquela versão tenha e preço muito mais alto.