O jurássico Chevrolet Captiva está com os dias contados. Com o encerramento da produção no México programado para breve, o SUV médio, que já fez muito sucesso no Brasil, deverá ser substituído pela segunda geração do Equinox.

Atualmente fabricado no Canadá e com previsão de produção também no México, o novo Equinox divide a plataforma DX22 com o Cruze, assim como o motor 1.5 quatro cilindros turbo que deve se tornar Flex no Brasil, como no sedã. Há ainda o 2.0 turbo de 255 cv associado a transmissão automática de nove marchas, o 1.5 tem apenas seis. A vantagem sobre o Captiva é larga, com seu antiquado 2.4 quatro cilindros de 184 cv, menos eficiente e com torque menor (23,3 kgmf contra 28 kgfm do 1.5 turbo).

Além da plataforma e do motor 1.5, o design do Equinox é inspirado no Cruze. A dianteira agressiva é demarcada pela generosa grade frontal cromada conectada aos faróis com LEDs e projetores. Na lateral a linha de cintura tem desenho orgânico e se divide em duas partes. Por fim, a traseira reta tem lanternas horizontais com desenho interno praticamente idêntico ao sedã médio da Chevrolet.

Entre os equipamentos de série estão itens como alerta de ponto cego, assistente de mudança de faixa, frenagem de emergência, alerta de colisão dianteiro e traseiro, MyLink de segunda geração com Apple CarPlay e Android Auto, além de OnStar. O Equinox deve ser vendido no Brasil na versão topo de linha Premier, já registrada em patentes, na mesma faixa de preço de Jeep Compass, Hyundai New Tucson e ix35, Kia Sportage e Honda CR-V, seus principais concorrentes.

Com informações e imagens de Marcelo de Queiroz direto de Detroit.

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